sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

É vida que segue...


Agora que o Carnaval passou e levou toda a moleza, preguiça e expectativa por dias de total psicodelia e alucinação que transporta o povo a gente pra um universo paralelo onde tudo é colorido e a única chuva que se sente é a de confete e serpentina - é chegada a hora de acordar pra vida porque não, não dá mais pra ficar olhando a "caravana passar".

A quarta-feira de cinzas nada prateadas foi dando aquele alerta geral de que os dias passarão a se mostrar turbulentos e passíveis de reclamações e sinais de cansaço porque pra viver jornada tripla e pra atingir ideais que piscam em neon na planilha de metas"eu quero você como eu quero", precisa-se tirar força sabe-se lá de onde. Eu não quero reclamar do que eu busquei, eu quero é organização pra lidar com planejamento de aulas, estudos/estudos/e mais estudos, além da venda de bolsas e acessórios porque não dá pra desgrudar dos meus laçarotes, apetrechos e tecidos. Nesse vai lá, vem cá, ainda tem um blog que eu me compromissei em manter atualizado... vamo pra frente que eu quero ver onde tudo isso vai dar!

Sair de casa pra dar entrada no diploma de graduação não tem nada de glamouroso ainda que o dia se mostre tão especial e que qualquer papel que te deem pra preencher pareça uma estatueta do Oscar. É tanta burocracia, quadrinhos pra assinalar, assinaturas, números e números de documentos, mau-humor do atendente e escassez de informação que no dia que o Diploma de verdade cair nas minhas mãos só vai me restar abraçar, beijar e chamar de Meu Amor.

Se tem calor, tem short jeans que eu passei a tesoura e esfarrapei; tem camisa branca de botão que em breve se torna parte do meu corpo; tem bolsa mini pra levar só o necessário; tem rasteirinha pra andar do Colegiado pra Biblioteca, da Biblioteca pra Reitoria e tem crucifixo por fashionismo e por saber que quando o assunto é resolver "problema" na Uefs em alguma fé a gente precisa se agarrar. No mais, "Hoje é sexta-feira. É vida que segue" PINHEIRO, Chico.





Camisa: Sob medida
Shorts: Hering
Cinto: não lembro, tenho há décadas.
Sandálias: Vizzano
Bolsa: ganhei de presente, amo.
Crucifixo: Vitória Bijoux
Anel de Borboleta: geeeeentchy, esse bendito custou R$1,00 real. Tenho faz "mó" tempão e tá do mesmo jeito de quando eu comprei, e óh que eu uso muito. Foi da Vitória Bijoux que me paga em Euros pra eu citar o nome dela no final das postagens, só que não.

Bjokas de "Xô voltar pros afazeres"...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Desfilar a vida, Carnavalizar...


Em tempos de desfilar a vida, carnavalizar, o blog vai seguir parado aguardando o meu retorno de um descanso praieiro que precede tempos ilustrados por estudos e cabelos arrancados. Umbora deixar a mente vazia por uns dias só pra permitir que o ano de fato comece e que os compromissos sigam sem quebras, sem desvios, sem desculpas ou amarras.

O look de hoje não foi de hoje, foi do ano passado. Esta quarta-feira foi cercada de calor, abafamento, suor e os meus pés não saíram de casa. Eu ando meio que querendo me enclausurar. Encontrando um motivo pra passar o dia em off, aproveito e tiro proveito da situação cedendo espaço pra preguiça e colhendo poucos resultados do ócio.

E se ontem eu estive falando sobre exercitar o simples, o visual prático de hoje traduz essa objetividade as vezes tão necessária. Eu podia colorir o post pra ele ficar com um tom mais carnavalesco, mas esse ano eu tô meio sem cor, não tem a ver com tristeza, só tem a ver com reserva mesmo. Aproveitem pra viver momentos apoteóticos, permaneçam dan dan dan dan dan dançando atrás do trio elétrico curtindo uma baianidade nagô, fujam para locais reservados se assim o espírito pedir e recarreguem as pilhas pra que 2013 enfim possa se mostrar. Smack!






Praia do Forte - BA

Bolsa: Lidi Rodrigues
Shorts: Farm
Colete: Lojinha do Centro. Não lembro o nome, só sei que comprei por R$10,00 reais na época.
Blusa: Ousa Brasil
Sapatilhas: Arezzo

Bjokas de quem queria poder fazer fotos externas todo santo dia. A coisa não tem como se desenvolver na minha rotina, genteN! 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Ensaio sobre a bagunça


Na tentativa de organizar o meu guardarroupa, a verdade é que me vi frustrada pela total falta de coragem para fazê-lo. Acontece que separar peças que tenham um caráter diferente a cada dia requer um certo zelo, um cuidado mesmo, pra que eu possa me encontrar com o que imagino e lembrar do que possuo, ainda que a "bagagem" não seja das mais extensas.

Dar-me conta de que deixar as coisas em ordem não faz parte da minha personalidade, me ajuda a perceber que vou amontoando não só as roupas num armário e os sapatos noutro, um pressentimento me avisa que eu faço o mesmo com as palavras que aprendo... eu acabo sem saber onde e como as armazeno. Retornar ao compromisso de escrever neste espaço é lidar com palavras dentro de gavetas, ensacadas dentro de uma cômoda e encaixotadas no maleiro. Eu gostaria de poder usar/escrever tudo o que reuní na altura destes vinte e alguns anos, eu tenho me deixado levar pelo impulso de colocar para tomar sol apenas as que estão próximas das minhas vistas, vítimas da minha desordem.

Não se trata de um discurso para desvelar imperfeições, mas talvez com a finalidade de chamar a minha própria atenção para questões que de tão subjetivas anseiam por objetividade. Eu não sei ser prática, ou melhor, quando o faço sinto que estou calculando cada passo... exercitando essa postura, treinando esse jeitinho que certas vezes cai muito bem. Não dá pra viver na bagunça, na prolixidade e no escuro o tempo todo. Eu preciso arrumar o que demanda arrumação, eu preciso saber por onde andam as palavras que aprendo, eu preciso aprender a me dar conta se esqueço rapidamente o que aprendo ou se o que aprendo/visto/calço nunca me parece suficiente. Enquanto isso, eu sigo ensaiando...




Blusa: Malagueta (usurpada da Tia Anete por tempo indeterminado)
Shorts: Colméia
Bolsa: SENHORITA
Sneakers/Tênis: Cravo e Canela
Pulseiras: Vitória Bijoux

Bjokas de divagações!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Um batom que pinte amour!


Dos tantos laços que me unem de forma singular a vários membros em particular da minha família, eu sou dessas que sabe descrever a maravilha que é ter uma  Fada boa madrinha! Diria a priori que existe uma importância incalculável no ato de amar alguém como filho, ainda que este não seja o seu filho, além de saber que há uma relação de cumplicidade e confiabilidade para que seja de flores a união entre dois seres que se ajudem e se respeitem de diversas formas. Eu tive a sorte de escolher quem eu gostaria que fosse a minha Madrinha e Padrinho também, fui batizada gradinha já, com uns 6, 7 anos.

A minha Dinda é uma daqueles pessoas que astraliza qualquer ambiente, que tá pronta pra ajudar e fazer o bem naquele estilo 'sem olhar a quem' e ainda construiu em mim um afeto inefável que me assegura até hoje a certeza de que quando criança consegui fazer a coisa certa!

Se todo mundo precisa de alguém disposto a oferecer amor, eu me sinto zero carente e toda prosa em poder me gabar dos amores que vejo por tantos lados e vindos de uma direção que traz segurança e deixa o coração em paz, sabe como é? Família.

Entre os costumes tão comuns a outras tantas famílias, eu fico radiante em manifestar um "Passa ou Repassa" de roupas, objetos, experiências, sapatos, lágrimas, acessórios e afins... e ah, maquiagens! A minha madrinha é daquelas que possui todas as ferramentas pra ser trabalhada no glamour, ama deixar preciosidades guardadas e quando encontra uma plateia começa a desmembrar cada item daquele armário dourado pra deixar as espectadoras loucas (eu, Minha Mãe, minhas primas, minhas tias...). Da última vez, eu não aguentei. Eu precisei, eu necessitei, eu quis, eu fiz de conta que já era meu e agora é: O batom babadeiro e bafafá da Natura Una - vinho, número 50 - a quem interessar possa.



Conviver com a vontade de usar esse batom todos os dias não é fácil. Eu só me controlo quando lembro que não tenho tempo de caprichar na maquiagem todos os dias porque tô sempre atrasada e me atrasando pra tudo. Dar um up no rosto da forma mais rápida possível me ajuda a me manter mais em dias com os compromissos e com o relógio.

No look, apesar da dobradinha mais amada de todos esses anos nessa indústria vital, o preto com branco, existe ali uma saia mullet da discórdia que eu adoro e não tô nem aí - uso mesmo. Por acabar me dando conta de que o boho chic ou não é objeto da minha estima, eu fiz umas misturinhas e fui assim!


O fato desses brincos terem me custado R$1,00 real, sim, eu disse UM REAL, me traz uma sensação de incredulidade até hoje.

Bolsa Chic Pocket - SENHORITA. Coisas da Mami's!

Blusa: sob medida
Saia: de uma loja do Centro. Não tem marca e não lembro o nome da loja.
Sandálias: Liberty
Pulseiras: Atrevida e Penduricalho
Brincos: Vitória Bijoux
Bolsa: SENHORITA

Bjokas de batom pra Madrinha mais amada e idolatrada!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

All the single ladies... Oh Oh Oh


Depois da apresentação da Beyoncé no Super Bowl eu tô passada e nada vai me amarrotar! Acho até que nem vou conseguir escrever esse post direito, depois de ter visto uma imagem tão final de 1990 e de um jeito tão "Socorro, me abraça": Destiny's Child num momento Single Ladies, Oh Oh Oh (mão pra lá, mão pra cá). Enfim... o papo tá bom, mas vamo falar da Iogurteira TopTherm!

Camisa listrada é a coisa mais prática e proveitosa que há não só por existirem trocentos mil  looks espalhados pela blogosfera capazes de nos trazer inspiração, mas também por fazer um diferencial no composé de uma forma rápida, sem que a gente precise se apegar a tantos detalhes. Domingo pra mim, por exemplo, costuma ser um dia para poucos detalhes... por preguiça mesmo. 

O cinto dark floral que separei pra hoje é produto de tanto apreço que eu admito até sentir uma certa dó de usar. Ter encontrado uma preciosidade dessas por R$5,00 lindos reais certa feita, me fez ver o mundo de um jeito diferente, viu.... rs! Maravilhas proporcionadas pelo Centro da Cidade. Olho vivo, gatans!





T-shirt: C&a
Shorts: Lança Perfume
Cinto: Atrevida
Sandália: Dakota
Bolsa: Lidi Rodrigues

Bjokas de quem ficou sem som e sem imagem depois de ver o show da Beyão!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A Saia feita pela minha Vó...


É quase impossível pra mim essa coisa de conviver com o dia 02 de Fevereiro sem remeter a data ao Dia de Yemanjá. Mesmo quem não se liga às manifestações culturais da Bahia, mesmo que a pessoa não se agarre a essa devoção ou religiosidade em caráter fiel e fervoroso, é só passar o olho rapidão na timeline das redes sociais pra ver geral jogando flores no mar... se eu perto do mar estivesse, tenho plena noção de que me sentiria tocada em ver as homenagens feitas pelos admiradores/filhos da Rainha do Mar #fato.

Em sinal de inspiração pelo dia da sereia, deu azul e branco pra compor um look comportadinho de garota boazinha, vestindo o presente feito/dado pela Vovó! Pra quem cresceu entre uma Avó prendada e uma Mãe mais prendada ainda, a consequência nem sempre é que se origine mais um ser humano da mesma espécie... eu tô aqui pra servir de exemplo, eu sou perita em falta de traquejo para bordados e afins, gatchênhas. No entanto, acho que sou boa na arte de valorizar e festejar todas as coisas lindas que essas minhas Princesocas fazem. O detalhe na barra dessa saia artesanal há quem chame de Bainha Aberta ou Bordado em Barafunda. Minha Vó Zuleica tem feito maravilhas com essa técnica e quando eu vi as amostras já fui pedindo uma saia, por favooooor, uma saia!


Por ter reservado a saia pra usar no Reveillon, existe em mim aquela vontade de não me apegar a ideia de "Eca, quero vestir mais não... tem cara de virada de ano". Compartilhar os looks por aqui me ajudam a trabalhar o desejo de reinventar combinações e de procurar não abandonar peças que venham com um valor agregado, como é o caso dessa saia handmade que foi feita pra mim com mutcho amor em cada ponto. A camisa que usei pra combinar custou R$10,00 lindos reais numa loja do Centro. Pro tanto de vezes que tenho usado a cuja dita, foi um negócio e tanto esse "investimento". Não faz mal caminhar atenta pelas lojinhas que à primeira vista parecem não ter nada de interessante, procura com fé que você pode encontrar minas de ouro por um valor que dá pra pagar de buenas, de boa, de good!

Eu tenho tentado descobrir uma forma mais digna de fazer as fotos de corpo inteiro aqui em casa mas por falta de espaço e iluminação adequadas tá ultra difícil. Sendo assim, vou sempre lembrar de fotografar detalhes dos looks pra que vocês possam ver melhor... até que eu encontre uma solução, a coisa vai ter que sair "meia boca" mesmo, tá?



Camisa: lojinha do Centro
Saia: feita pela Minha Avó Zuleica linda, te amo!
Bolsa: Lidi Rodrigues
Sapatilhas: Beira Rio
Corrente de Caveirinha: Presente de uma amiga querida

Bjokas de 'Odoyá, Rainha do Mar'!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Floral aqui, Turquesa acolá!


Ao longo destes quase 5 meses sem atualizar o blog, algumas arrumações - com instinto de doação das peças que estavam ali inúteis - aconteceram. A sensação hoje foi de que essa "limpa" deve continuar pra que eu possar adotar roupas que estejam mais condizentes com o meu gosto atualmente. Nessa fase, algumas camisas brancas são alvo da paixão não só por serem básicas, mas por uma questão de afinidade mesmo. Aliás, outro dia uma amiga comentou comigo o quanto tenho usado camisas de botão... comentário pertinente inclusive, porque dessas faxinas de armário, fiz questão de mantê-las, guardá-las, amá-las, usá-las!

Sexta-feira de baiana tem que ter branco ainda que esta não seja dada a superstições religiosas. A coisa acontece de um jeito tão espontâneo que deve ter algum vento diferente soprando pra gente, nem que seja pra que fique a impressão de que combina com o sol, com o sorriso do povo lá fora por conta do verão ou pela proximidade do Carnaval.

Short jeans e camisa branca não tem nenhum segredo ou magia. Além de ser democrático tem aquele sabor de "eu só quero escolher um visual rápido e confortável"! Me dando conta de que conto com uma quantidade maior de acessórios do que de roupas, eis os elementos que dão um Up no simples. O amor por essa bolsa é genuíno por ela ter sido idealizada por mim e feita pela minha Mama no nosso Ateliê de Criações Senhorita. O azul turquesão da rasteira "brigando" com o floral da bolsa é pra produção ficar com cara de Helena espalhafatosa Gabrielle, porque eu amo misturar, minha gente, amo! Bora colorir essa vida pra ver se atrai positividade e peruagy!


Ombré hair do meu coração!



Camisa: sob medida
Short: Colméia
Bolsa: SENHORITA
Sandália: Via Mia
Corrente: Vitória Bijoux
Ombré Hair: Lidi Rodrigues

Bjokas de 01 de Fevereiro. Agora é esperar o Carnaval passar, pro ano começar! Smack!